Lançado
Pro-Odonto Prótese
A
Artmed Panamericana Editora e a ABO Nacional lançaram,
entre os últimos dias 2 e 4 de dezembro, durante o 10º
Congresso Internacional de Odontologia do Paraná (CIOPAR),
o sexto programa de atualização odontológica a distância
do Pro-Odonto. Agora, além de cursos em Estética,
Implante, Cirurgia, Ortodontia e Prevenção, a parceria
entre a empresa e a entidade oferece atualização em
Prótese, e prevê para 2010 lançar os de Endodontia e
Periodontia. Leia
mais.
Comissão do
Senado aprova parecer favorável a piso salarial de
R$ 7 mil
A Comissão
de Assuntos Sociais do Senado aprovou parecer do senador
Mão Santa (PMDB/PI) ao Projeto de Lei 140/2009, que fixa
o valor do piso salarial e a jornada de trabalho de
cirurgiões-dentistas e médicos. A ABO Nacional, o
Conselho Federal de Odontologia (CFO) e a Federação
Interestadual dos Odontologistas (FIO) vêm trabalhando
para que a proposta seja aprovada na forma mais
favorável à classe.
Mão Santa
foi favorável ao projeto, que prevê vencimento no valor
de R$ 7 mil, com reajuste anual pelo Índice Nacional de
Preços ao Consumidor (INPC). Como justificativa em seu
relatório, o senador atribuiu o art. 7º, inciso V, da
Constituição Federal, que presume que o piso salarial
deve ser proporcional à extensão e à complexidade do
trabalho.
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ABO combate
aumento de IPTU em São Paulo

As
entidades que integram o Fórum Permanente em Defesa do
Empreendedor – entre elas, a ABO Nacional – lançaram
manifesto de repúdio à revisão da Planta Genérica de
Valores da cidade de São Paulo, alteração que aumenta o
Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) em até 60% na
capital paulista.
O
Manifesto em Defesa do Contribuinte foi entregue ao
líder do governo na Câmara, o vereador José Police Neto
(PSDB), no último dia 1º. No documento, as entidades
combatem o aumento indiscriminado da carga tributária,
causa abraçada pela ABO Nacional nos últimos anos. “A
vigilância da ABO em defesa dos profissionais que ousam
empreender no Brasil, muitos deles cirurgiões-dentistas,
não pode cessar”, defendeu o presidente nacional da
entidade, Norberto Francisco Lubiana.
Após a
publicação do manifesto, o prefeito de São Paulo,
Gilberto Kassab, apresentou e os vereadores aprovaram um
substitutivo que modificou o reajuste máximo de 60% para
45% para os imóveis comerciais e de 40% para 30% para os
residenciais, e ainda isentou os imóveis não comerciais
com valor venal de até R$ 70
mil. |