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Trabalho, economia e credibilidade fazem ABOs crescer


Fachada da sede da Seção Espírito Santo

Enquanto algumas entidades de classe cobram dos cirurgiões-dentistas quase R$ 500,00 por ano (mais de 40,00 por mês), a maioria das ABOs em todo o Brasil tem um valor de anuidade médio de R$ 160,00 (13,30 por mês).

Exemplos de economia, eficiência e crescimento não faltam. Com a anuidade de apenas R$ 160,00, congelada há seis anos, a ABO Espírito Santo teve um grande crescimento, com aquisição de 28 novos consultórios para ampliação da EAP, criação de novos cursos de especialização e aperfeiçoamento e aumento no número de associados. Em um Estado com cerca de 4 mil profissionais, a entidade conta com quatro clínicas de excelência, totalizando 52 consultórios.

Além do trabalho em equipe de toda a Diretoria, a evolução da ABO também é devida aos cortes de gastos desnecessários com viagens, hospedagem e outros serviços internos ou externos. Esta economia permitiu ainda a construção de um auditório para 100 lugares e de área de lazer de 420 m², com churrasqueira,

vestiário e 12 banheiros, para atender aos usuários do campo de futebol society, também construído nos últimos seis anos. A entidade ainda investiu na compra de computadores, projetores multimídia e em na execução de outro auditório, este para 500 lugares, que está em obras e será concluído em breve.

CDs mais próximos


Uma das clínicas da EAP-ABO/ES
Outro fator importante para o crescimento foi o aumento no número de associados. Os cirurgiões-dentistas foram atraídos pelos benefícios oferecidos pela Seção e conseguidos através de parcerias, como o acordo com a operadora de planos de saúde ABO-Unimed, que passou a oferecer melhores condições para os membros da entidade, dentre outros. O aumento do número de cursos oferecidos pela EAP fez com que os cirurgiões-dentistas do Espírito Santo se aproximassem da ABO. A anuidade congelada por seis anos, em apenas R$ 160,00, e os vários cursos e jornadas gratuitos contribuíram foram outros atrativos que trouxeram os CDs para a ABO/ES.

Segundo Luiz Carlos Bourguignon dos Santos, que assumiu a presidência da Seção em junho último - era vice na gestão anterior - o carro-chefe da ABO não é a anuidade, mas sim oferecer os melhores cursos de pós-graduação do Estado, cujos resultados financeiros são investidos em melhor estrutura e na defesa da categoria. O presidente lembra que a entidade tem a melhor biblioteca de Odontologia do Estado, o que atrai muitos associados interessados em usá-la.

Antes de Bourguignon, a ABO/ES foi presidida por Armelindo Roldi por seis anos. Marcílio Alves de Souza é o tesoureiro atualmente, mas já ocupava o cargo desde a gestão anterior.

Os associados das ABOs também podem ajudar as Seções a crescer. Para isso, o presidente nacional da ABO, Norberto Lubiana, dá a dica: "Verifique o que a sua entidade cobra, o que oferece e como está sendo gasto o dinheiro. Uma EAP não pode ser sustentada pela anuidade dos associados. Isto significa manter professores e alunos que estão fazendo cursos com recursos próprios, que deveriam retornar como benefício para você".

Em breve, o JABO vai trazer outros cases de sucesso das ABOs de todo o Brasil.


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