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O FUTURO DA ODONTOLOGIA VI
Dois exemplos: nunca é tarde demais para sorrir
Histórias pessoais e de consultório mostram a alegria e satisfação de pacientes que voltaram a sorrir com mais confiança e saúde depois dos 70 ou até dos 80 anos. Isso graças à aplicação de uma Odontologia mais democrática e integrada à saúde geral do indivíduo


Maurício Bernardes, 83, e ...

 

 

 


... Alda Alves, 71, em tratamento

Aos 83 anos, Maurício Bastos Bernardes pode finalmente sentir-se satisfeito e feliz com seu sorriso. Ele guardou esse desejo

por cerca de 30 anos, desde quando tinha pouco mais de 50 anos e procurou um cirurgião-dentista para resolver um problema que o incomodava: sua arcada superior era muito para frente. “Eu queria ter os dentes bonitos iguais aos das minhas filhas. Mas o dentista que procurei me desanimou, disse que o tratamento não compensaria por causa da idade, e eu me conformei.”

Com o tempo, além do problema estético, foi se agravando o problema oclusal, e Maurício começou a sentir desconforto, dor e dificuldade para se alimentar e para abrir a boca. Até que ele conheceu o CD Humberto Soliva. “Foi uma coincidência. Minha mulher estava com dor no ouvido, mas, na verdade, era reflexo de problema na ATM e indicaram-no para tratá-la”, conta o paciente. Depois de finalizado o tratamento da esposa, 10 anos mais nova que ele, e vendo o bom resultado nela, que teve o apinha­mento inferior corrigido e usou placa miorrelaxante, Maurício se empolgou e procurou Soliva. O CD conta que quando viu os exames radiográficos do paciente ficou surpreso com a qualidade óssea em ótimas condições que ele apresentava, dando subsídios para o tratamento corretivo.

Agora, Maurício está no final do seu tratamento, que começou há um ano, faltando falta apenas a parte restauradora, e ele já se mostra bastante satisfeito. “Não senti incômodo nenhum, achei que iria usar um aparelho grande, mas foi só uma placa. Valeu muito a pena, meu perfil mudou um pouco e a mastigação melhorou muito. Espero que eu tenha ainda bastante tempo para aproveitar isso”. Segundo Soliva, “a mudança de postura mandibular alcançada no paciente foi importantíssima para restabelecer o equilíbrio do sistema estoma­tognático”. E Maurício ainda dá um recado: “Estou dando esta entrevista para que ninguém ache mais que a idade apenas é empecilho para fazer o tratamento odontológico e corrigir o maxilar”.

 

Aparelho nos dentes e sorriso nos lábios

Alda Affonso Alves tem 71 anos, dois netos e um aparelho ortopédico funcional móvel em uso há pouco mais de um ano. “Eu não liguei a mínima para isso”, afirma categórica quando questionada se ela alguma vez pensou, ou se alguém já disse a ela que aparelho era coisa de adolescente. “Tem que tratar dos dentes, em qualquer idade. Mesmo se eu tivesse 80 anos eu faria”, completa.

Há cerca de dois anos, Alda conta que seus dentes incisivos inferiores começaram a se separar, enquanto os de cima começaram a ir para frente, sendo que um deles estava aparecendo para fora da boca, mesmo sem ela sorrir. “Eu comecei a ficar preocupada com este dente, isso estava me incomodando demais. Além disso, doía, e a dor passava para a cabeça.”

Foi aí que outro cirurgião-dentista indicou a ela o orto­dontista e ortopedista Humberto Soliva, que explica que a paciente estava com sobrecarga nos incisivos inferiores, que, assim, vestibu­lari­zaram e projetaram os superiores. Alda, que já tinha usado aparelho há cerca de 20 anos, também estava com perda de estrutura óssea acentuada e havia perdido alguns elementos dentários. No início do tratamento foi reduzida a inclinação dos inferiores e atualmente o CD está trabalhando para nivelar os superiores, para, logo em seguida, começar a reabilitação oral da paciente com outro profissional.

Mesmo sem o tratamento ter chegado ao fim, Alda já comemora os resultados e não se importa com as pequenas dores que sente de vez em quando. “Eu estou feliz da vida, a mudança já é enorme. Eu não tenho muitas fotos em que estou sorrindo, vivia fechando a boca. Agora vou ter mais”.



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