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Colaboram com o
Dapo os pesquisadores e professores Roberto Vianna, da Faculdade
de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro
(UFRJ), Heitor Panzeri, da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, e Elza Helena Guimarães Lara, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, as duas últimas ligadas à Universidade de São
Paulo (USP).
O programa de certificação e normalização da ABO foi pioneiro no Brasil e acompanhou um processo de normalização crescente no setor odontológico brasileiro. Na época, a normalização começou a ser uma exigência do mercado e os fabricantes passaram a se preocupar mais em adequar sua produção e seus produtos dentro de parâmetros qualitativos e com preços competitivos. Desde sua criação, mais de 200 produtos, entre escovas, cremes e fios dentais, enxaguatórios bucais, gomas de mascar e outros já receberam
a chancela do Selo ABO.
O processo de normalização da ABO segue um programa internacional, cujas diretrizes emanam do Comitê Técnico de Odontologia da Organização Mundial de Normalização (ISO/TC-106), órgão responsável pela normalização de produtos odontológicos em nível mundial. Além disso, o trabalho realizado pelo Dapo revolucionou os mecanismos de análise em higiene oral ao desenvolver equipamentos para novos tipos de ensaios, específicos para as necessidades do mercado nacional, e garantindo precisão,
autenticidade e confiabilidade aos resultados obtidos.
Os 21 anos de Selo
ABO fez com que a entidade alcançasse reconhecimento das autoridades competentes na área de certificação de produtos da saúde e odontológicos, das indústrias do setor e da sociedade organizada. Pesquisas de mercado, inclusive, indicam que, de forma geral, consumidores e cirurgiões-dentistas
tendem a confiar mais nos produtos que levam o Selo ABO.
Como solicitar o Selo ABO
As empresas do setor
odontológico interessadas em encaminhar seus produtos para avaliação do programa de certificação
da ABO devem:
- Enviar carta à ABO Nacional solicitando que o produto (escova, creme e fio dentais, enxaguatório
bucal, goma de mascar entre outros), fabricado ou comercializado
no Brasil, seja analisado para receber o Selo de Qualidade
ABO;
- Também é preciso enviar estudos já realizados sobre o produto, com análises, pesquisas e formulação, além de informações
adicionais que houver;
- O Dapo requer,
em média, 24 unidades de cada versão do produto
para seu estudo.
Vigência é de
24 meses
Depois do envio
deste material, o Dapo firma com a empresa solicitante um
protocolo de pesquisa, informando os objetivos, procedimentos
e tempo de estudo. A realização dos ensaios dura entre 30 a 90 dias e todas as análises realizadas, materiais e equipamentos utilizados obedecem a normas específicas
para cada produto.
Caso o produto seja
aprovado, a empresa fabricante consegue o direito de usar
o Selo ABO na embalagem ou na apresentação. Para formalizar o processo e a concessão, é feito um contrato em duas vias e o trabalho original de pesquisa e análise são documentados. Durante os dois anos de vigência do contrato, são realizadas avaliações periódicas,
para garantir a qualidade.
Se forem encontrados
problemas e irregularidades no produto durante os ensaios,
a empresa é avisada e são fornecidas a ela informações técnicas necessárias
para que o produto seja melhorado e possa ser aprovado futuramente.
Informações:
ABO Nacional – Rua Vergueiro, 3153, conj. 82 e 83,
São Paulo (SP) – CEP 04101-300
Telefone: (+11) 5083.4000
e-mail: abonacional@uol.com.br
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